quarta-feira, 22 de maio de 2019

CRISTÃOS DO BRASIL... ESTÃO QUERENDO O QUE? ESTÃO FAZENDO POR ONDE?

Nossa nação está doente, muito doente... e nós todos somos co-responsáveis!
 
"E se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e SARAREI a sua terra." (II Cron.7:14)

Ao longo de minha curta vida tenho ouvido sempre discursos idealistas, de esquerda ou de direita, cultos ou incultos, sobre o Brasil que temos E o Brasil que queremos.

Queremos todos um Brasil melhor, com toda a certeza. Que nos supra a existência, que permita viver em paz, que nos agracie com condições e beleza que nos encante. Aqui e acolá se ouve a expressão egoísta "Deus é brasileiro", como se fossemos o umbigo do mundo, ou a "menina dos olhos" do Criador.

Queremos. Sempre queremos, não é mesmo?

A maioria de nós sempre queremos igualmente tirar vantagens de qualquer coisa, passar na frente nas filas, não ser incomodados pela polícia... queremos ser "politicamente corretos" (e com isso, somos de uma desumanidade lapidar!)... queremos...

E por isso, muitos dos que vivem nesse país belo, rico e sofrido cometem desonestidades, traições, aderem a perversões, descuidam de seus semelhantes, ignoram o aculturamento, invejam, se viciam, corrompem e são corrompidos, manejam o poder contra seus patrícios...

Há alguns que, de forma quase zombeteira, a meu ver, fazem escrever "Deus é fiel", sem considerar o peso extraordinário que essas palavras trazem.

Sim, porque fidelidade está atrelada ao conceito de JUSTIÇA. E é aqui que a coisa "enrosca".

A maioria dos brasileiros quer o bem de Deus, mas não O respeitam, não O cultuam em espírito e em verdade, não O honram com sua fé...

Em nome de liberdade de pensamento, blasfêmias horrorosas são produzidas (como, por exemplo, alegorias do carnaval recente, em 2019), traficantes alegremente negociam seus VENENOS e dizem crer em Deus, milicianos oprimem e matam outros brasileiros, e mesmo assim vão à igreja para o culto ou missa, aos domingos!

Em nome de cultura e "laicidade" são banidos das escolas conteúdos que sustentaram a sociedade ocidental pelos últimos tres séculos, pelo menos...

E O QUE, VOCÊ, CRISTÃO, ESTÁ FAZENDO A RESPEITO?

Então... a receita está lá no início da crônica, com instruções claras e simples...

Eu acrescento algumas "entrelinhas" ao texto sagrado. Vejamos:
- abandonar a prostituição - física, de pensamentos, de atos;
- banir a perversão, em todas as suas formas;
- praticar a honestidade, o respeito mútuo, a verdade falada (abandone-se a mentira!);
- deixar de lado a "lei de Gerson" (coitado do Gerson, ele não foi culpado da idéia nefasta, amplamente disseminada):
- BANIR A PROPINA (dada ou recebida) - "10 Filho meu, se os pecadores, com blandícias, te quiserem tentar, não consintas."(Prov.1:10);


E então, de mãos e coração limpos, meus irmãos cristãos, vamos aos preceitos lá do início da crônica. Só assim teremos Brasil melhor.

De outra sorte, não.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

VIVENDO À SOMBRA DO VULCÃO

E o sofrimento será muito grande...


Brasil...

Uma nação do hemisfério sul onde o desonesto é aplaudido, o criminoso é protegido... um lugar onde a justiça é somente para constringir os pobres, os legisladores não legislam para o país, mas para si próprios e seus interesses. Uma nação de feudos e senhores feudais, especialmente nas regiões Nordeste e Norte...

Um lugar belíssimo, de gente ignorante em sua maioria, que não vê diferença (ou finge não ver) entre uma lixeira e um ajardinado. Entre o que é seu e o que é de seu próximo. Que não se envergonha de desrespeitar as pessoas a seu redor, em nome de "igualdade e liberdade" (o que?)

Lugar onde jovens acham natural, em seu ambiente estudantil, promover perversão, consumo de drogas, prostituição. De professores mal formados, contaminados por uma ideologia obsoleta e utópica, cuja cultura maior é se devotarem a projeto alienante retirado das cartilhas de Antonio Gramsci...

Onde se grita em defesa dos feministas, mas os homicídios em sua esmagadora maioria são de homens. E nesse número se inclui muitos representantes da lei e da ordem, porque esses não podem atirar ANTES que os criminosos atirem.

País onde dezenas de milhões de habitantes vivem pelo que veem na TV - especialmente na TV aberta, e assim temos casamentos sendo esfacelados a torto e a direito

Um lugar que vocifera em favor dos homossexuais, e para isso levantam bandeiras socialistas, e se ignora que a maioria dos países socialistas NÃO ADMITE homossexuais assumidos.

Um lugar onde obras públicas são meros simulacros, destinados a engordarem bolsos de construtoras indecentes e criminosas, e também os bolsos de quem proporciona o crédito para as tais.

Pois bem... essa terra incrível, de riquezas imensuráveis, que constantemente menciona que "Deus é brasileiro", e até espalham por aí frases de efeito como "Deus é fiel"...

Essa terra desrespeita TUDO o que Deus honra e recompensa. Honestidade, fidelidade, legalidade, tudo isso é desprezado.

ACHAM MESMO que essa terra é abençoada?

O profeta Isaías, lá do passado, assim diz: "...me sobrecarregaste com teus pecados, e me deixaste exausto com tuas ofensas..."(Is.: 43:24).

Estamos, meus prezados, às portas de grandes e dolorosos juízos sobre TODOS. Deus guarde aqueles que O amam e esperam Nele!

segunda-feira, 13 de maio de 2019

PARA QUE PRECISAMOS DO "CENTRÃO" DO CONGRESSO?

Tantos criminosos... será que cabe essa gente* toda no inferno?


Centrão?

Sim, me refiro àquela excrecência que se aninha no meio dos congressistas, lá no Congresso Nacional.

Sabem como a enciclopédia mais importante no mundo atual (a wikipedia) os identifica? Segurem-se na cadeira...

"No Brasil, centrão refere-se a conjunto de partidos políticos que não possuem uma orientação ideológica específica e tem como objetivo assegurar uma proximidade ao poder executivo de modo que este lhes garanta vantagens e lhes permita distribuir privilégios por meio de redes clientelistas. Apesar do nome, o centrão não se trata necessariamente de um grupo de espectro político-ideológico centrista, mas de um agrupamento de siglas de orientação conservadora, geralmente composto por parlamentares do "baixo clero", que atuam conforme seus próprios interesses, ligado a práticas fisiológicas."

 Em outras palavras, mais amargas, esse grupo, que arrola gente sem orientação ideológica outra que não sejam seus próprios umbigos, não tem expectativa alguma de buscar o bem do Brasil - buscam SEU PRÓPRIO BEM (ou bens, com queiram). Representam a velha política, aquela dos "coronéis", dos donos de currais eleitorais, que vociferam palavras de ordem, mas protegem com unhas e dentes suas posses amaldiçoadas.

Para que precisamos deles? NÃO PRECISAMOS.

Não precisamos mais (nunca foi necessário tê-los) dessas sanguessugas, que manejam de modo irresponsável, e sob olhar complacente dos presidentes das duas casas parlamentares, o poder de que foram investidos pelo povo - MAS OLHEM OUTRA VEZ, NÃO ESTÃO NEM AÍ com o povo!!!

Não precisamos mais de gente mesquinha, que volta as costas aos brasileiros, e passa férias na Europa ou nos Estados Unidos; que envia seus filhos para estudar no exterior, à custa do MEU e do TEU imposto, leitor.

Não precisamos mais de pessoas sem moral alguma, mentirosos deslavados, artífices do caos, que sufocam iniciativas positivas em nome de suas finanças e projetos de poder pessoais.

Apreciaria muito receber aqui os nomes de quem seja do "centrão". Quero montar uma galeria com as caras lavadas desses desleais.

Brasil, eu te amo, e sofro por você, Pátria amada!

*claro, há exceções, e pouquíssimas.

sábado, 11 de maio de 2019

O QUE OS CORRUPTOS CELEBRAM?





Nossa gente sofre muito... O que é isso?

Republico aqui uma reflexão, atribuída a alguém chamado Roberto Trigueiro Fontes. Muita clareza, para quem quiser entender como a "banda toca", lá no Planalto Central (e adjacências políticas)...

"As derrotas de ontem e de hoje não foram do governo Bolsonaro ! Elas foram de um pobre país chamado Brasil ! Se vc não gosta de Bolsonaro, não tem problema. Eu nem gostava (mas agora tenho nele a última esperança, o que explicarei mais abaixo).

Mas tente seguir meu raciocínio: o STF decidiu ontem que as assembléias legislativas podem revogar as decisões judiciais que determinavam a prisão dos deputados estaduais, ou seja, se a Assembléia do Rio de Janeiro quiser (e vai querer, é óbvio) poderá mandar soltar 05 deputados estaduais que atualmente estão presos por roubalheira indiscriminada (e eles passarão a votar as leis para o glorioso Estado do Rio de Janeiro). Hoje, deputados federais e senadores decidiram que o COAF (órgão que investiga operações financeiras estranhas, fora da normalidade) não poderá ficar no Ministério da Justiça, mas sim no da Economia (apesar de o Moro querer isso para ajudar no combate aos crimes financeiros e o Paulo Guedes dizer que não precisa desse órgão em sua pasta). Para completar, ainda mandaram a FUNAI de volta para o MJ (só porque o Moro não queria), retirando-a do Ministério dos Direitos Humanos (porque a Damares queria).

Como se não bastasse, ainda decidiram que os auditores fiscais não podem informar ao Ministério Público o aumento injustificado de patrimônio, o que poderia gerar no MP o desejo de investigar as razões de surgimento de ricos sem lastro.

E para fechar com chave de ouro, o STF (sempre ele) confirmou o famigerado indulto de Temer, ou seja, aquele que deixa até corrupto sair antes da cadeia (será que estão preparando o terreno para alguém ?!).

Como disse acima, não foi o Bolsonaro, o Moro, o Paulo Guedes nem a Damares que perderam. Foi o Brasil ! Notem que a imprensa chega a vibrar com essas medidas absurdas contrárias à sociedade. Há um complô claramente articulado contra aqueles que querem passar o Brasil a limpo. Neste momento, nossa última fronteira é o Bolsonaro, com todas as suas limitações, com todos os seus defeitos. É nele que deposito a minha esperança, a minha fé. Se o Bolsonaro perder, fique certo que vc não terá mais um país para chamar de seu. Ele será de uma corja de ladrões, os quais sugarão até a última gota de sua riqueza para depois gozarem de sua cara com muita lagosta e vinhos que tenham pelo menos quatro premiações internacionais !"

Te amo, meu Brasil ignorante, inculto, vendido pela maioria dos que dizem te defender!

quinta-feira, 9 de maio de 2019

FALANDO DA MÍDIA...

Tenho dito ultimamente que a mídia "tradicional" (impressa, televisiva, virtual), se não faleceu, está em estado terminal, diante da pujança da informação "online", mais rápida, mais fácil de se checar, mais rica para potencial opinativo... Esse texto que transcrevo espelha um pouco desse pensamento.

Trata-se de resposta que atribuem a um Sr. John Kirchhofer, a um editorial que o jornal "O Estado de São Paulo"  publicara. E o transcrevo aqui porque compartilho das mesmas impressões de quem o escreveu. Se alguém reivindicar direitos de exclusividade, não terei o menor problema em excluir a crônica.

Segue...
 
"Um dia desses, o jornal Estado de São Paulo, publicara editorial com o seguinte tema:

'O País precisa de rumo, que deve ser dado pelo presidente. Até aqui, Bolsonaro não se mostrou nem remotamente à altura dessa tarefa, e não há razões para acreditar que algum dia estará.' #estadao

John Kirchhofer replicou com o seguinte texto:

A CEGUEIRA DE UM GRANDE JORNAL

É incrível como um jornal da tradição e tamanho do Estadão, continue cego as evidências! Preso a um passado que se desmancha, frente a um presente que seus anacrônicos editores se negam a enxergar!

O mundo muda numa velocidade estonteante. A mídia impressa caminha para a falência. O exemplo da editora Abril não lhes serve para abrir-lhes os olhos.

Acorda Estadão!

Bolsonaro não governará nem indicará “rumos”, através de discursos eloquentes, retórica brilhante, embromação de longas palavras. Bolsonaro governará com a mais poderosa forma de liderança que o mundo conhece: O EXEMPLO! A VERDADE!

Vocês fazem parte de um tempo em que a admiração por longuíssimos discursos, de uma, duas ou até três horas impressionava as massas e hipnotizava os jornalistas!
Era o tempo do fanatismo aos discursos de Fidel Castro, Carlos Lacerda e Leonel Brizola!

Acorda Estadão!

Este tipo de comunicação ACABOU!
As recentes eleições Americanas e aqui no Brasil, sepultaram este tipo de retórica.
E olhe que a mudança veio como uma tsunami!
99% dos jornais erraram suas previsões sobre a possibilidade de vitória de a Bolsonaro.
99% das televisões erram em seus comentários sobre as chances de Bolsonaro vencer.
99% dos Institutos de Pesquisas apostavam que Bolsonaro perderia para qualquer candidato no segundo turno.
99% dos políticos e partidos deste país, não acreditavam na possibilidade de Bolsonaro vencer as eleições.
99% dos jornalistas deste país, zombaram de Bolsonaro e riam de suas fraquezas, quando de forma franca e verdadeira dizia que não conhecia de economia e iria deixar esta área estratégica mas mãos de um competente economista. Virou gozação nacional a piada do Posto Ipiranga do Bolsonaro.
Quebraram a cara! Todos!

Achavam ridículo um candidato à presidência se apoiar numa citação bíblica para tocar sua campanha à presidente.
E Bolsonaro, simplesmente, continuava sua pregação perante multidões crescentes:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Nada mais verdadeiro do que isso!

Lamentavelmente, até hoje, os intelectuais, professores e editores de jornais, não se deram por conta, de que, a verdade pode ser dita em 140 carácteres, ou menos!
A verdade cabe num Tweet!

Jornais como o de vocês, do velho Estadão, continuam na anacrônica elaboração de editoriais de 1000, 2000 ou 3000 carácteres!
Gastam papel em vão!
Mas estão sem saída.
Porquê?
Porque não sabem fazer outra coisa! Se negam a acordar perante a nova política. A REAL POLITICA. A política da verdade. A política que nega a “articulação” política! A política que nega as mentiras políticas, a mentira e a embromação!

Acorda Estadão!

Tanto vocês como o outrora poderoso O Globo, baixam desesperadamente os preços, de suas assinaturas, de 109 para 29 reais mensais, ou seja tentam vender jornais impressos por 1 real a edição, e não conseguem sinal de reação dos consumidores!
Estão apavorados com a falência eminente da ex-gigante Folha de São Paulo!

Acorda Estadão!

Não é baixando o preço por edição, nem entrega gratuita de jornais, que fará ressuscitar os Cadernos de Classificados!
As antigas edições de domingo, que chegavam a pesar mais de um kilo de papel, hoje está na na faixa de 400 à 300 gramas!
E assim caminham para ZERO gramas de papel impresso!

Eu sou assinante, mas não leio mais o papel impresso! Só leio a edição digital em meu iPad!
Não me sinto mais satisfeito em gastar horas lendo um jornal escrito por professores, intelectuais, doutores, jornalistas, todos sem prática! Todos teóricos! Todos que formaram o séquito dos 99% que apostaram contra a vitória de Bolsonaro! Todos, viajantes de uma Época que ACABOU!

Acorda Estadão!

O povo está cheio de suas opinões pessimistas!
O povo quer esperança!
O povo quer verdade!
O povo não quer as armações de suas jornalistas buscando “arruinar” o mandato de um presidente recém eleito!
Não adianta escrever mil páginas negando o que foi ouvido da boca de sua jornalista. Não adianta trocar sinais e afirmar mil vezes que era “fake news”! Pois não eram apenas poucas palavras que sinalizaram a verdade. Foram edições e editoriais sinalizando a verdade!

De que adianta está afirmativa de que “não há razões para acreditar que algum dia estará” Bolsonaro, estará preparado para nos dar um “rumo”?
Ledo engano dos senhores.
Basta o exemplo. Pequenos atos como cancelar um jantar com show, ao custo de 290.000 reais, que sairiam do bolso do contribuinte, via Embratur, e a demissão da presidente do órgão, para que se dê o rumo a este país!

Se o sentido de “rumo”, for o mesmo de “articulação”, “conversa”, e outras mais, usadas para esconder o toma lá dá cá, acho que realmente não teremos. Bolsonaro realmente é um cabeça vazia de “ideias” para sangrar os cofres públicos!

Eu, sinceramente, não quero o mal para tão tradicional órgão de imprensa. Mas se puder lhes dar um conselho de leitor, lhes diria: Tomem outro rumo.

Cordialmente, etc e tal..."

terça-feira, 7 de maio de 2019

A MÍDIA DE QUE NOSSO POVO PADECE (INFELIZMENTE...)

Cento e vinte e sete dias do novo governo... Pouco mais de um trimestre...

O Brasil já está mudando, graças a Deus! Graças ao empenho de um punhado de bravos, entrincheirados no poder Executivo, mais alguns heróis no "campo aberto" do Congresso Nacional... infelizmente não temos ecos positivos vindos do poder Judiciário, mas isso vai mudar também.

O que importa é que a maioria SIM de nossa gente deu um cheque em branco na mão do novo presidente da República e sua equipe, e estamos torcendo pelo melhor para a pátria amada.

Mas nosso povo, inculto, mal educado, conduzido por ideologia maligna até o âmago, não pode fazer muito mais. Podemos nos agrupar (como fizeram os caminhoneiros, em passado recente), podemos lotar as ruas, como se fez na campanha do MITO, mas a batalha será árdua.

Quanto mais árdua está sendo, quando temos a mídia impressa, virtual e televisiva numa campanha pertinaz contra QUALQUER MEDIDA que o governo sequer insinue vai adotar!

E como têm sido eficazes, no seu mister perverso de distorcer o que se declara! Por exemplo, recentemente o Sr. Presidente referira CONTINGENCIAMENTO de recursos para a Educação, notadamente alguns cursos, das universidades públicas... Pois bem, a mídia, perversa que só propala aos quatro ventos que o governo VAI ACABAR com ditos cursos!!!! MENTIROSOS, eles são.

Em contrapartida, NINGUÉM comenta os porquês da decisão governamental. Pois bem, vou lhes passar alguns singelos links, para que avaliem do que se trata e... como fazer a correção de rumo?

- um artigo de doutorado, na universidade da Bahia - https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12572
- uma festa de acadêmicos na UFF (Rio de Janeiro) - https://www.youtube.com/watch?v=e3PrO3Ed6MQ
- uma festinha, com menores de idade, inclusive, na UEA - https://www.youtube.com/watch?v=hN6CgvhxIlw

Querem mais? Mas a mídia não está interessada na motivação... querem é sangrar o governo, bem intencionado!

Há outros exemplos, igualmente solertes, da tentativa continuada de minar a autoridade de quem simplesmente se declara PATRIOTA. Aliás, essa palavra tem sido execrada de modo acintoso, como se representasse alguma enfermidade mortal.

Pois lhes digo - não prosperarão.

Mas não vai ficar nisso... as TVs já notaram que perdem milhares de pontos ao enxovalharem o que o povo todo quer que aconteça. Os jornais, já meio moribundos (numa sociedade que não tem hábito de lê-los, para piorar as coisas para eles) se debatem, em agonia de últimos dias.

A internet? Ah, a internet! Ainda que expostos todos os dias a "fake news" elaboradas pela mesma dita cuja mídia ou pelos artífices da vagabundagem (há muitos ainda, no Planalto Central), ou por empresários desonestos, ou professores mal formados, e condicionados à "democrácia" perversa do socialismo (algo belo na teoria, mas impossível na prática, pela própria natureza humana)... pois bem... AINDA QUE EXPOSTOS a esse enxame de ratazanas, nossa gente está descobrindo no que confiar. Já começam a separar alhos de bugalhos.

À MÍDIA - vocês vão passar, esse governo passará (deixando sua contribuição positiva para o Brasil). Nosso povo, aquele mesmo inculto, mal educado, referido lá em cima, FICARÁ. E ficaremos mais maduros, mais seguros de nós mesmos...

quinta-feira, 14 de março de 2019

A COISA "TÁ" DIFÍCIL?

Imagem do Arquivo Histórico de São Paulo


Não sei quem fez essa compilação, mas merece crédito (que eu darei alegremente, se me disserem quem foi).

Curiosidades dos Anos 1600 a 1700

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não têm banheiros.
Na Idade Média, não existia escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. Os excrementos humanos eram despejados pelas janelas do palácio.
Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.
Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não havia o costume de tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador. Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
Quem já esteve em Versailles admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existiam banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos “maio” como “o mês das noivas” e a explicação da origem do buquê de noiva.
O banhos eram tomados em uma única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles a água da tina já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês “don’t throw the baby out with the bath water”, ou seja, literalmente “não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros - se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o seu equivalente em inglês em “it’s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. O tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que o morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria “saved by the bell”, ou “salvo pelo gongo”, expressão usada por nós até os dias de hoje.

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