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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

MR TRUMP - UM HOMEM DE CORAGEM, DEFENDENDO SEU PAÍS

Ocupar essa cadeira, empunhar essa caneta exige CORAGEM... Ainda bem que ele tem...

O Sr. Donald Trump está sacudindo - literalmente - as estruturas sociais do mundo. Suas atitudes soam arbitrárias, megalômanas, e muita gente ao redor do planeta estão demonstrando desconforto.

Mas, sabem? O presidente dos Estados Unidos está fazendo o que se espera de um estadista, no cuidado com sua pátria!!!! E com algumas medidas certeiras, tem promovido onda de renovação no "clima" sócio-empresarial daquele país que, penso, não se notava há muito tempo!

A mais recente tacada do "Number One" é a mudança de status de mais de 200 mil cidadãos de El Salvador, que tinham sido admitidos em caráter temporário (vale dizer - PRECÁRIO), em razão de tremores de terra terem devastado sua terra natal. Teriam, os aceitantes da oferta, condição mínima de sustento e desenvolvimento famíliar na terra do Tio Sam, em caráter TEMPORÁRIO, um tipo de ajuda humanitária que só grandes mentes, descortinadas mentes, poderiam ter elaborado.

MAS TEMPORÁRIO, e isso ficou claro, desde o início.

Agora, em tempos de cuidado, de contenção, o primeiro dignitário dos E.U.A. decide fazer valer o combinado, nos idos de 2001... e estão reclamando disso! Confiram...

UM SUPORTE TEMPORÁRIO, sendo mal interpretado...

Um governante muitas vezes precisa tomar decisões difíceis, duras. Esse é um caso. Não gostaria de estar "nos sapatos dele" (como dizem os americanos), mas nesses dias de cuidado extremo, estou completamente seguro de que o Sr. Trump está fazendo a coisa certa.

Não sou norte-americano, mas os americanos devem muito da paz que estão experimentando agora mesmo (ainda que sobressaltada eventualmente por loucuras como a de alguns "snipers" recentes, em solo americano) a gente de coragem, que fez daquele país a nação símbolo da liberdade. É por causa do pulso de ferro do Sr. Trump que algumas práticas antisociais foram tolhidas. É por causa de líderes com CORAGEM de decidir que aquele bravo país prossegue sua carreira pelo mundo.

Alguns vão me criticar, reclamando que eles exploram o Brasil, etc e tal. Mas isso é uma bobagem indigna de debate. Vou somente ponderar que não há como escapar de uma estrutura de relacionamento capitalista (exploradores e explorados, no bom sentido), no mundo moderno - sequer sob a égide socialista, vide os poucos países que postulam o socialismo como seu modelo social.

Em paralelo, o que se pretende, elastecendo o suporte que tão generosamente foi oferecido aos salvadorenhos? Se a meta é que prossigam suas vidas, tão somente, o que se ganhou e o que se perdeu? Se, em paralelo, a meta é reconstrução social, porque não reconstruírem SEU PRÓPRIO PAÍS?

Alguém vai ponderar que os migrantes agora desfrutam de status social mais digno, que não têm tanta violência quando no país de origem, que há mais oportunidades de emprego, etc e tal... Pois então, se os E.U.A. continuam estendendo a acolhida a esmo, brevemente todas essas benesses se vão, por uma razão principal: os recursos para políticas públicas não crescem no mesmo ritmo que a população. Simples assim! A situação que originou a medida humanitária não existe mais!!!! E agora?

Ademais... não gostariam de ter isso - segurança, meios de subsistência, paz... em sua própria terra? Pois então... que o tentem replicar por lá! Que culpa têm os norte-americanos dos dissabores daquela sociedade? Precisamos ser mais pragmáticos e menos emocionais. A vida não se constrói com benesses que destroem outras estruturas. Infelizmente (ou não) a realidade não se constrói com emoção, ou com humanismo, mas com ações concretas. A emoção e o humanismo têm (e devem ter) lugar, quando as coisas estão estabilizadas, e passíveis de ser perenizadas.

(acho que hoje eu estou meio azedo...rsrsrsrsr)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

ALTRUÍSMO DE LÁ (EUA, POR EXEMPLO), E DE CÁ (BRASIL)

"e para a angústia nasce o irmão" (Provérbios 17:17).

Com muito prazer (e uma santa inveja, se isso for possível - atrelar um pecado a santidade), lhes transcrevo um depoimento que meu grande amigo Eduardo Harrison me enviara, por rede social... Obrigado, Edu!

Acredito que meus leitores entenderão. O altruísmo, a mão estendida, que costuma ser comum pelo mundo "civilizado" afora, aqui no Brasil só tem pálidos reflexos. Na infelicidade de um desastre, o que mais surge no Brasil são saques, coisas e alimentos vendidos a preços exorbitantes, cobranças indevidas, baseadas no estado de necessidade das pessoas... Então, quando sei de um testemunho como o que vão ler a seguir, fico com o coração aos pulos, torcendo pra nossa gente imitar!!!!!

Vamos lá... (atentem para os comentários sublinhados...)
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Depoimento de um brasileiro que se mudou para a Flórida:
"Faz dois anos que decidi me mudar do Rio de Janeiro para Miami com minha mulher e meus dois filhos, em busca de algo melhor para nossas vidas.
Por ironia, depois de dois anos vivendo na América, recebi o meu Green Card exatamente no dia em que também recebi a notícia de que o furacão Irma, o pai de todos os furacões, também está a caminho.
O governador da Florida, Rick Scott, assim que soube da gravidade do problema, foi para a TV e ordenou que todos no sul da Florida evacuassem suas casas imediatamente, pois as consequências podem ser catastróficas.
Da noite para o dia, como em um piscar de olhos, milhões, literalmente milhões de pessoas, abandonaram suas casas e já estavam nas estradas, subindo ao Norte.
Eu era mais um na multidão, no meio de um enorme congestionamento, e isso me fez lembrar das minhas voltas dos feriados de Búzios, na Região dos Lagos. A única diferença é que, pasmem, aqui na Florida, mesmo em uma situação absolutamente adversa, as pessoas não trafegam pelo acostamento para tirar vantagem e chegar mais rápido ao destino. Todos respeitam as leis de trânsito, mesmo em situações caóticas, emergenciais. Motociclistas loucos também não existem por aqui. É proibido trafegar entre as faixas. Acho que eles nem sabem o que significa isso, podem acreditar.
Quando encontrei um lugar seguro, a primeira coisa que eu fiz foi ligar a TV. Lá estava o Governador novamente falando ao vivo, e eu comecei a ter uma aula de patriotismo, solidariedade, respeito pelo próximo e, acima de tudo, respeito pela vida. A mensagem que mais me tocou foi: “se você não tem como sair de casa, seja por qual motivo for, ligue para o número que você vê no rodapé da imagem, que iremos agora na sua casa te salvar. Ainda temos tempo!”. Isso me arrepiou! Pensei: esse cara é o meu herói!
Lembrei automaticamente das enchentes de Teresópolis, tenho uma conexão com a cidade pois, desde que me entendo por gente, tenho casa lá. Anos após aquela triste tragédia de 2011, descobriu-se que a quadrilha de Cabral desviou parte do dinheiro que deveria ser utilizado nos resgates das vítimas e reconstrução da cidade. Até o prefeito foi preso. Confesso que tive vontade de vomitar ao comparar!
Voltando ao furação, as companhias aéreas americanas, das quais todos sempre reclamam, colocaram vôos extras, durante toda a madrugada, com preço fixo de $98 dólares, para ajudar a escoar o pessoal pelos céus. A Expedia, site de reservas de hotéis, ofereceu tarifas com descontos especiais em lugares seguros. O mesmo fez o Airbnb, site de reservas de casas e apartamentos. Os hotéis, por sua vez, passaram a aceitar mais hóspedes por quarto e também animais de estimação.
As operadoras de telefonia, que normalmente restringem suas redes de wi-fi aos seus clientes, liberaram internet grátis para todos. Onde existir cobertura, existirá wi-fi grátis. Comunicação, ou a falta de, pode salvar uma vida ou causar uma morte nesse tipo de situação. Até o hotel em que estou, acaba de informar que todo o conteúdo de filmes e desenhos, que normalmente é cobrado, será grátis nas próximas 72 horas.
O Google se uniu ao governo, em um esforço sem precedentes, para conseguir localizar e colocar em tempo real nos seus mapas (Google Maps e Waze) as ruas fechadas, bloqueadas e danificadas, após a passagem do Irma.
São muitos os exemplos, que realmente emocionam. Na maioria das vezes coisas simples, mas que trazem o mínimo de conforto nesse momento e esperança de um futuro melhor. Como diz o famoso ditado: depois da tempestade, sempre vem a bonança!
São exemplos de solidariedade que deveríamos copiar sempre !"

Sobre o Neymar e uma população infantil

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