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CONCEITUANDO BANALIZAÇÃO (um ensaio)

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(copiado do site pensador.com - autor Eduardo Marques)   O jornalista e escritor, outrora sacerdote da Igreja Católica - de onde lhe advém o nome “de guerra” - Frei Betto, disserta na crônica “Banalização” quanto a suas observações da sociedade que, a seu ver, está se mostrando paulatinamente, a cada dia mais insensível diante das misérias humanas, e da neutralidade e naturalidade com que conteúdos – outrora considerados aterrorizantes e entristecedores – hoje em dia não causam impacto importante, nas sociedades contemporâneas e em particular, na brasileira. Pondera que os meios sociais e de comunicação literalmente bombardeiam nossas mentes com abordagens que, conquanto abundantes e versando sobre os mais variados temas, não trazem nos conteúdos considerações que conduzam cada expectador a análise humana das coisas. Nivela tal entorpecimento da consciência à estranha e terrível rotina de torturadores, aliás assim principia seu argumento – de que aquelas pessoas consideravam...