Nesse espaço virtual eu tento identificar absurdos e coisas mal feitas, gente do mal, e também discorrer sobre o que estão fazendo de bem (porque não?) e de mal a nossa gente, ao nosso Brasil. E de vez em quando elogio alguns heróis - gente que sobressai no cuidado com nosso povo e com as nossas coisas. VOCÊ, que visita minhas "mal traçadas linhas" fique à vontade para deixar comentários! Ou será que você também tem medo? Apreciaria muito saber o que você pensa - deixe um comentário!
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A FÁBULA DO GOVERNO DO CORPO E OUTRAS HISTÓRIAS
O que de "maduro" está quase apodrecendo - fora de nossas fronteiras, começa a ser ensaiado por aqui, nas plagas tupiniquins, vulgarmente nomeadas BRASIL.
Um governo falido pelo seu próprio gigantismo (39 ministérios, algo digno do Guiness Book!), com distribuição ampla, geral e irrestrita de propinas, com amadores administrando a coisa pública, com "barretadas" a necessidades de outros países, em detrimento de nossa gente (alguém ainda se lembra do porto de Mariel?*), com estúpidas reservas de mercado, com políticas comerciais norteadas pelo sobrepreço e protecionismo cego... carga tributária de fazer inveja a qualquer exator da Idade Média... como se sustentar?
Os donos atuais do poder foram além das "chinelas", ao apostar na política do "toma-lá-dá-cá", e nossas obras públicas, de modo quase geral, ou estão emperradas por cupidez das empreiteiras "amiguinhas" do poder, ou por defeitos de projeto/execução, ou por mera vontade política mesmo.
A quimera de uma oligarquia socialista, que nos quiseram empurrar goela abaixo, como modelo ocidental a ser seguido, está fazendo água.
O protesto dos caminhoneiros indica claramente onde o governo VAI PERDER a batalha. Acontece que não se pode combater o capitalismo, esteja ele sob manto próprio, ou disfarçado sob cores socialistas. Numa economia globalizada é suicídio político peitar quem faz rodar as engrenagens da produção. E foi o que se fez, ao estrangular à exaustão aqueles que pretendem/pretendiam apenas viver, e deixar outrem viver.
Me lembra muito da antiga piada em que membros e partes do corpo humano debatiam de quem deveria governar, acharam o cérebro muito petulante. E no final, concederam voz ativa ao ânus, vejam só... (sem qualquer demérito às classe atualmente em greve, estou justamente demonstrando que até os mais distantes do poder têm sua força).
Minha gente, a greve que se alastra (já falo sobre como será combatida) se assemelha muito a entupimentos no sistema circulatório de um corpo vivo. Mais dia, menos dia, um coágulo se movimenta para uma localização crucial, e - das duas uma: ou o corpo será operado, para sua cura, ou morrerá. E o mais preocupante é que não começam a acontecer "coágulos" só em artérias - veias e capilares estão comprometidos, já.
COMPROMETIDOS. Com tributos escorchantes dos quais nada de positivo se diz; com preços de combustível nas alturas, quando está em queda livre ao redor do mundo (pasmem, um litro de gasolina na Venezuela, que sofre da mesma estupidez governamental, custa MENOS DE CENTAVO DE DÓLAR!); com aviltamento nunca visto da educação fundamental; com degeneração dos sistemas de saúde e previdência social; com desrespeito sistemático aos "direitos humanos" (essa expressão SEMPRE ME FAZ RIR, quando se refere ao Brasil)... mas aparentemente vai tudo bem, porque, afinal, a Beija Flor ganhou o Carnaval!
Ridículos rapapés a emissários do COI - só não vê quem não quer que o Brasil NÃO ESTARÁ PREPARADO PARA AS OLIMPIADAS.
Sistemas hídricos periclitantes, especialmente próximo às grandes metrópoles, por falta de planejamento, falta de política de povoamento mais firme e orientada (esse negócio de favela na beira de córregos já deu... agora fede, apenas).
Como se combate a greve? A turma do politicamente correto dirá que o governo pode resolver o problema. Pois eu lhes digo que NÃO PODE. Talvez agora, momentaneamente, talvez em bolsões localizados... mas estarão adiando o suicídio.
Porque a Força Nacional, o Exército, quem quer que for, tem SOLDADOS, não tem MOTORISTAS. Porque caminhões não se movem de forma autônoma. O elemento humano vem sendo desconsiderado desde sempre, no Brasil. Pois então, agora ele está experimentando sua força, e descobriu que, embora exausto, quase prostrado, ainda tem ao menos a força da inércia.
*Mariel não foi visão política de futuro. Foi sim, um rapapé, e uma bravata, demonstrando que "nós" apoiávamos aquele regime cruel e opressor SIM que imperava em Cuba (e por extensão, que o Brasil apoiava suas variações ao redor do mundo). Foi um recado amargo para nações que SEMPRE nos estenderam a mão - o bloco ocidental restante. Foi também uma tentativa de impor soberania na América Latina - não temos poder para impor, poderíamos no máximo conquistar, pelo jeito de ser de nossa gente, talvez. Vamos lucrar com Mariel? DUVIDO. Nós não temos controle das portas do mundo (diga-se de passagem, os judeus TÊM... lembrei disso agora...).
sábado, 11 de agosto de 2012
DE GREVES E DE GENTE INSATISFEITA
Agosto de 2012... Estamos com uma tempestade de greves acontecendo, e o governo da D. Dilma Roussef, que vem conquistando vitórias, apesar dos tropeços da máquina estatal, tem desafio grande, qual seja o de gerenciar demandas funcionais e coaduná-las com limites estatais orçamentários.
Cabe pontuar que não sou contra as pessoas ganharem bem.
Só me deixa sumamente incomodado tentar entender porque o salário de um auditor fiscal da Receita Federal é algo em torno de RS 13.000,00, e o de um professor de ensino médio chega a R$ 2.700,00 (algo assim), enquanto um de ensino fundamental ganha a fortuna de R$ 900,00 (algo em torno disso). Profissionais que "latu sensu" ensinaram tudo o que o auditor sabe.
Vale lembrar que um professor universitário pode chegar à cifra astronomica (rsrsrsrs) de R$ 4.800,00, ou algo em torno disso!
Claro, não me refiro aos professores da rede privada. Mas estamos chegando onde eu quero com minha crônica.
Nosso funcionalismo público está incorrendo num erro social crasso e comum. Estão partindo pro fisiologismo na premissa "farinha pouca, meu pirão primeiro".
Acontece que as fontes de receita estão sim, com toda a certeza exauridas. Não há mágica que estique um orçamento de despesas administrativas do jeito que todos querem.
Então, onde está o problema?
O funcionalismo, sem dúvida, sabe que o monstro infernal que combale nosso Erário é a corrupção, que campeia em todos os extratos, em todas as áreas de alcance de recursos, e estraga plano após plano governamental de melhoria socio-economica.
Então, estão enfrentando o adversário errado. Enquanto pedem pelos seus salários, numa política de "quem pode mais, chora menos" (haja provérbios), sem palavras estão dizendo - "professores de níveis iniciais, que vocês se éfem'". Estão dizendo aos remunerados por salário mínimo - "danem-se".
Estão fazendo uma das coisas mais odiosas do ponto de vista social - fisiologismo.
Agora, ninguém vai fazer greve para pressionar o governo por licitações limpas, não é mesmo? Ninguém vai fazer greve em frente ao Palácio do Planalto por medidas AQUI E AGORA que melhorem a Saúde, não é mesmo? Onde estão os "caras pintadas", que já tocaram tanto tumulto - por exemplo, na época do impeachment do Sr. Fernando Collor?
Sabem... com muitos serviços públicos acertados e funcionando, QUALQUER salário fica melhor. Se gasta menos com transporte, se gasta menos com saúde, se gasta menos com educação (que o digam, a contrário senso, os proprietários de estabelecimentos de ensino privados).
Se o problema é com o patrão, mas vocês não têm coragem de enfrentá-lo onde realmente importa, deixem esse patrão! Procurem colocação na iniciativa privada, ao invés de mamar nas tetas do governo, e proporcionar aos demais brasileiros - de modo geral, há autarquias que funcionam - um serviço péssimo, onde se identificam muitos funcionários públicos de uma grosseria ímpar, porque simplesmente são concursados!!!!!
Deixem esse patrão que vocês acham que não os remunera adequadamente. Vão atrás de quem os pague melhor.
Ah, brasileiros, vamos parar de criancices. Dizer que quem ganha R$ 12.000,000 está com salário corroído, e simplesmente ignorar quem precisa viver com R$ 622,00 é insano, imoral e indefensável, me desculpem.
Melhores condições para todos, esse precisa ser o tema de nossas bandeiras. Parodiando um famoso banco, precisa ser "bom para todos".
Cabe pontuar que não sou contra as pessoas ganharem bem.
Só me deixa sumamente incomodado tentar entender porque o salário de um auditor fiscal da Receita Federal é algo em torno de RS 13.000,00, e o de um professor de ensino médio chega a R$ 2.700,00 (algo assim), enquanto um de ensino fundamental ganha a fortuna de R$ 900,00 (algo em torno disso). Profissionais que "latu sensu" ensinaram tudo o que o auditor sabe.
Vale lembrar que um professor universitário pode chegar à cifra astronomica (rsrsrsrs) de R$ 4.800,00, ou algo em torno disso!
Claro, não me refiro aos professores da rede privada. Mas estamos chegando onde eu quero com minha crônica.
Nosso funcionalismo público está incorrendo num erro social crasso e comum. Estão partindo pro fisiologismo na premissa "farinha pouca, meu pirão primeiro".
Acontece que as fontes de receita estão sim, com toda a certeza exauridas. Não há mágica que estique um orçamento de despesas administrativas do jeito que todos querem.
Então, onde está o problema?
O funcionalismo, sem dúvida, sabe que o monstro infernal que combale nosso Erário é a corrupção, que campeia em todos os extratos, em todas as áreas de alcance de recursos, e estraga plano após plano governamental de melhoria socio-economica.
Então, estão enfrentando o adversário errado. Enquanto pedem pelos seus salários, numa política de "quem pode mais, chora menos" (haja provérbios), sem palavras estão dizendo - "professores de níveis iniciais, que vocês se éfem'". Estão dizendo aos remunerados por salário mínimo - "danem-se".
Estão fazendo uma das coisas mais odiosas do ponto de vista social - fisiologismo.
Agora, ninguém vai fazer greve para pressionar o governo por licitações limpas, não é mesmo? Ninguém vai fazer greve em frente ao Palácio do Planalto por medidas AQUI E AGORA que melhorem a Saúde, não é mesmo? Onde estão os "caras pintadas", que já tocaram tanto tumulto - por exemplo, na época do impeachment do Sr. Fernando Collor?
Sabem... com muitos serviços públicos acertados e funcionando, QUALQUER salário fica melhor. Se gasta menos com transporte, se gasta menos com saúde, se gasta menos com educação (que o digam, a contrário senso, os proprietários de estabelecimentos de ensino privados).
Se o problema é com o patrão, mas vocês não têm coragem de enfrentá-lo onde realmente importa, deixem esse patrão! Procurem colocação na iniciativa privada, ao invés de mamar nas tetas do governo, e proporcionar aos demais brasileiros - de modo geral, há autarquias que funcionam - um serviço péssimo, onde se identificam muitos funcionários públicos de uma grosseria ímpar, porque simplesmente são concursados!!!!!
Deixem esse patrão que vocês acham que não os remunera adequadamente. Vão atrás de quem os pague melhor.
Ah, brasileiros, vamos parar de criancices. Dizer que quem ganha R$ 12.000,000 está com salário corroído, e simplesmente ignorar quem precisa viver com R$ 622,00 é insano, imoral e indefensável, me desculpem.
Melhores condições para todos, esse precisa ser o tema de nossas bandeiras. Parodiando um famoso banco, precisa ser "bom para todos".
segunda-feira, 9 de julho de 2012
SINDICATOS PERVERSOS
Como é do conhecimento de todos temos alguns milhares de funcionários públicos de braços cruzados, em ordem de greve, por reajustes - motivo principal, e outras demandas de somenos.
O governo federal aparentemente não negocia com os grevistas. Disso reclamam os sindicatos.
Primeiramente, preciso parabenizar mais uma vez nossa presidente, Sra. Dilma Roussef, pelo desassombro com que tem encarado o imbróglio. A despesa administrativa oficial é altíssima. Não olvido da necessidade de reajustes serem realizados, mas penso que de vez que estamos vivendo outros ares, precisamos ter outros mecanismos para reivindicar o que precisa cada brasileiro.
Sobre os sindicados, um brevíssimo resgate (acontece que eu fui representante sindical e sei como a banda toca). Essas estruturas foram pretensamente criadas para defesa dos direitos de seus aderentes - é importante notar que a associação a sindicato é livre, embora a contribuição sindical, aquela que nos é cobrada (eu não disse extorquida?) por lei anualmente não o seja.
Pois bem, a partir de um corporativismo focado, lá pela década de 50 do século passado, modernamente temos criaturas mais poderosas que seus criadores. E essas criaturas agora não estão aí para benesse, não senhor! O que se pugna por ter é PODER. Então, vemos sindicatos apoiando essa ou aquela vertente, sendo utilizados mesmo para manipulações na hegemonia partidária, e naturalmente para alçar nomes à esfera política maior.
Porque digo isso? Porque as massas que a qualquer título se organizam sob alguma égide sindical estão sendo sistematicamente USADAS. Porque as cúpulas de cada sindicato planejam, ouvem a base por ouvir, mas eles são quem dita as regras. Se alguém for demitido, será muito longe dos gabinetes, no ar condicionado dos que não colocam o "couro na chuva". Então, uma vez eleitos, seja qual for o cargo político, se tornam componentes da máquina que costumam criticar nas assembléias. Um vociferar tão inócuo quanto prolixo, e repleto de "questões de ordem".
Ingratos, esses dirigentes sindicais. Historicamente ingratos, a começar pela ingratidão cometida contra o Sr. João Goulart, nos primórdios. Ingratos, porque a eles não interessa MUDAR NADA. Senão já teriam mexido nessa estranheza legal chamada CLT - já teve sua utilidade, hoje não mais. Ingratos porque se limitam a considerar quantas serão as baixas (demissões), para planejar o próximo passo. Ingratos, senhores e senhoras, porque nós lhes pagamos o salário - e bem pago - e eles fazem como fazem os inimigos da democracia brasileira (me refiro aos políticos que exibem fisiologismo e descaso com seus eleitores). Não mudam nada, até porque tal "status quo" lhes interessa.
O governo federal aparentemente não negocia com os grevistas. Disso reclamam os sindicatos.
Primeiramente, preciso parabenizar mais uma vez nossa presidente, Sra. Dilma Roussef, pelo desassombro com que tem encarado o imbróglio. A despesa administrativa oficial é altíssima. Não olvido da necessidade de reajustes serem realizados, mas penso que de vez que estamos vivendo outros ares, precisamos ter outros mecanismos para reivindicar o que precisa cada brasileiro.
Sobre os sindicados, um brevíssimo resgate (acontece que eu fui representante sindical e sei como a banda toca). Essas estruturas foram pretensamente criadas para defesa dos direitos de seus aderentes - é importante notar que a associação a sindicato é livre, embora a contribuição sindical, aquela que nos é cobrada (eu não disse extorquida?) por lei anualmente não o seja.
Pois bem, a partir de um corporativismo focado, lá pela década de 50 do século passado, modernamente temos criaturas mais poderosas que seus criadores. E essas criaturas agora não estão aí para benesse, não senhor! O que se pugna por ter é PODER. Então, vemos sindicatos apoiando essa ou aquela vertente, sendo utilizados mesmo para manipulações na hegemonia partidária, e naturalmente para alçar nomes à esfera política maior.
Porque digo isso? Porque as massas que a qualquer título se organizam sob alguma égide sindical estão sendo sistematicamente USADAS. Porque as cúpulas de cada sindicato planejam, ouvem a base por ouvir, mas eles são quem dita as regras. Se alguém for demitido, será muito longe dos gabinetes, no ar condicionado dos que não colocam o "couro na chuva". Então, uma vez eleitos, seja qual for o cargo político, se tornam componentes da máquina que costumam criticar nas assembléias. Um vociferar tão inócuo quanto prolixo, e repleto de "questões de ordem".
Ingratos, esses dirigentes sindicais. Historicamente ingratos, a começar pela ingratidão cometida contra o Sr. João Goulart, nos primórdios. Ingratos, porque a eles não interessa MUDAR NADA. Senão já teriam mexido nessa estranheza legal chamada CLT - já teve sua utilidade, hoje não mais. Ingratos porque se limitam a considerar quantas serão as baixas (demissões), para planejar o próximo passo. Ingratos, senhores e senhoras, porque nós lhes pagamos o salário - e bem pago - e eles fazem como fazem os inimigos da democracia brasileira (me refiro aos políticos que exibem fisiologismo e descaso com seus eleitores). Não mudam nada, até porque tal "status quo" lhes interessa.
quinta-feira, 29 de março de 2012
PLANOS DE SAÚDE E MEGALOMANIA
Próximo dia 07 de abril, a categoria dos médicos deve estar paralisando seu atendimento regular - somente os atendimentos de emergência devem se manter ativos.
Essa paralisação é um reclame, que considero justo, da classe médica em relação dos baixíssimos valores de repasse dos planos de saúde, pelos serviços daqueles profissionais. E, ANTES QUE ALGUÉM SE ABORREÇA com a ganância dos médicos, eu sugiro que pergunte a algum amigo médico quanto ele ganha, por exemplo, de um repasse de consulta da UNIMED, ou da GOLDEN CROSS.
E não quero que ninguém vá à falência, mas a rentabilidade desses planos é enorme. De passagem, já notaram os hospitais que alguns deles construíram, pelo Brasil afora? Ótimo que têm excelentes condições de atendimento, mas os profissionais, que fazem a coisa toda funcionar, precisam também ter a justa compensação pelo trabalho de cuidar da VIDA humana.
E eu não penso em lucros dos médicos, quero que eles ganhem bem, para que ME TRATEM BEM, e por extensão aos brasileiros. Agora, do que adianta um médico só olhar a gente e prescrever algo, pra nos tirar da frente dele, porque precisa fazer "x" atendimentos, para pagar a escola do filho? Isso é loucura, em toda parte médicos são valorizados (assim como professores, bombeiros, policiais...)...
Nós precisamos nos levantar é contra as oligarquias modernas, que deixam nossas sociedades de joelhos, sempre.
Essa paralisação é um reclame, que considero justo, da classe médica em relação dos baixíssimos valores de repasse dos planos de saúde, pelos serviços daqueles profissionais. E, ANTES QUE ALGUÉM SE ABORREÇA com a ganância dos médicos, eu sugiro que pergunte a algum amigo médico quanto ele ganha, por exemplo, de um repasse de consulta da UNIMED, ou da GOLDEN CROSS.
E não quero que ninguém vá à falência, mas a rentabilidade desses planos é enorme. De passagem, já notaram os hospitais que alguns deles construíram, pelo Brasil afora? Ótimo que têm excelentes condições de atendimento, mas os profissionais, que fazem a coisa toda funcionar, precisam também ter a justa compensação pelo trabalho de cuidar da VIDA humana.
E eu não penso em lucros dos médicos, quero que eles ganhem bem, para que ME TRATEM BEM, e por extensão aos brasileiros. Agora, do que adianta um médico só olhar a gente e prescrever algo, pra nos tirar da frente dele, porque precisa fazer "x" atendimentos, para pagar a escola do filho? Isso é loucura, em toda parte médicos são valorizados (assim como professores, bombeiros, policiais...)...
Nós precisamos nos levantar é contra as oligarquias modernas, que deixam nossas sociedades de joelhos, sempre.
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