Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

MEGHAN E HARRY - HISTÓRIA DE UM CASAL EM BUSCA DE PAZ



Crédito da imagem: Chris Jackson / Getty Images

Bombam por aí, num paroxismo alienado, notícias e comentários a respeito do distanciamento do príncipe Harry e os seus, da família real britânica.

Não faltam, claro, lucubrações estúpidas a respeito de limitações da duquesa de Sussex (Meghan Markle, para os desavisados, recebera esse título ao se unir, pelos laços do matrimônio, com o príncipe Harry). Culpa e defeitos são amontoados sobre sua cabeça, e me parece haver um rancor social contra a mulher que - a juízo da maioria - rompera com a monarquia britânica.

Não é bem assim.

Confiram, desde o início desse relacionamento, ainda antes do casamento, a marcação (usando um termo futebolístico) DESLEAL que fizeram sobre a moça - sua etnia "plebéia", sua formação numa carreira desprezível para quem é da realeza, seus hábitos alimentares, suas vestimentas, suas aparições em público, seus pronunciamentos - muitas vezes criticados com incompreensível maldade.

A meu ver, a jovem senhora suportou até demais a pressão, o rancor, a maldade gratuita.

Algo que me surpreende sobremodo é que essas manifestações de desapreço e recriminações vêm da sociedade britânica, aparentemente como um todo. Será que eles ainda não entraram no século XXI, onde diferenças sociais deveriam ser diluídas, em prol da igualdade?

No tocante a relacionamentos, não é fora de propósito o que fizeram à Duquesa da Cornualha, atual esposa do príncipe Charles, pai dos dois irmãos agora em foco. Tentaram desmerece-la de muitas maneiras, e ela resistiu. Imagino o que ainda (possivelmente) sofra.

Imagino a angústia do príncipe Harry, nessa tomada de decisão! Ou os senhores acham que ele não sente ou não sentirá o distanciamento das benesses da corte?

Em paralelo, vejo com desprezo a maneira como a Coroa Britânica tem tratado do tema. Penso que um pronunciamento firme e definido a respeito, há uns seis meses atrás, jogaria uma cascata de água fria sobre essas maldades fervilhantes.

A Inglaterra tem sofrido revezes extraordinários, e identifico algumas origens.

O caráter boquirroto de seus órgãos de imprensa (parece, na verdade, que é um mal global - essa rapaziada recém-saída das fraldas anda numa obsessão psicótica por "gossip"), tem prestado contínuos desserviços à sociedade britânica, como um todo. O que se pode extrair de sério, de consistente, de produtivo, da maioria das publicações? Muito pouco, lhes asseguro, ainda que observando à distância.

Os políticos, com suas trapalhadas - em questões tão sérias e impactantes como por exemplo legislação adequada para enfrentar a invasão (literalmente) de estrangeiros, acontecendo em montante incremental, na velha Albion... o Brexit, a meu ver, infelizmente trará mais prejuízos do que vantagens, no médio prazo, e não resolve muita coisa...

A monarquia, que em seu pódio representativo, silencia... como é que representantes máximos de um país ficam em silencio diante de tantas coisas estranhas acontecendo no Reino Unido? Preservação de imagem ou identidade é uma coisa, mas descaso com seus cidadãos é outra.

Nenhum de nós pode imaginar a dor familiar que vai representar esses dois irmãos estarem distanciados. Fico imaginando o quando de família, afinal de contas, ainda é a família real britânica. PERDEM MUITO BRILHO, com esses últimos desdobramentos de uma crise que não existiria, se a Rainha desse (literalmente) um tapa na mesa, e fizesse parar essa maldade toda, em cima do casal "retirante".

Que me objetem aqueles que acham que falei demais. Nesse mundo globalizado (nem sei se é coisa boa ou ruim, isso...) muito pouca coisa é oculta, ou passa despercebida.

terça-feira, 10 de março de 2015

FEMINICÍDIO - OU A ARTE BRASILEIRA DE CHOVER NO MOLHADO

Nossa "iluminada" mandatária-mor da República sancionou ontem, 09 de março, lei tipificando o assassinato de mulheres como homicídio qualificado em razão do gênero, enquandrando-o como hediondo.

Pessoas, me confirmem... o homicídio qualificado JÁ NÃO É CRIME HEDIONDO? Outra pergunta... no homicídio qualificado JÁ NÃO ESTÃO INCLUSAS AS MULHERES?

Sabem... me perpassa um mal-estar terrível, ao sentir que nossa "Pátria Amada, salve, salve!" está em crise de cabeças pensantes. Seja de moto próprio ou induzido por outrem, mas fazer nossa presidente assinar uma lei dessas é escarnecer do que já está escrito.

Mas a crise de cabeças pensantes não para numa estúpida lei, que parece reescrever outra.

Temos alimárias que acham que aumentar impostos é solução. Outros quadrúpedes com gens de muar que avaliam correto estender benefícios de esmola a nossa gente, mal instruída e mal acostumada, sempre de mãos estendidas ao beneplácito governamental/público.

Falando em mãos estendidas... me faz lembrar aquelas multidões de infelizes (e ULTRA explorados) africanos, suplicantes em seus olhares, aguardando um pouco de água, um pouco de comida doada...

Mas voltemos à LEI.

O "feminicídio" é de uma estupidez planar. Porque aplicar um novo rótulo a antigas mortes não as fará parar, ou diminuir. A problemática está na cultura de nossa gente, incipiente desde as classes menos favorecidas, até à classe A.

Assim como a questão da homofobia. Senhoras e senhores, essas pessoas ignorantes e brutas que temos entre nós (fruto, volto a lembrar, de educação básica incipiente, e cultura social mais incipiente ainda) não estão nem um pouco se preocupando, na hora de agredir alguém, porque manifeste tendência comportamental diferente.

Outra, a questão do preconceito racial. Aliás, todos se lembram de negros, desde logo, quando isso é aventado, mas alguém se lembra da discriminação terrível que sofrem os oriundos de etnias indígenas, orientais ("aquele japa"), ou meros imigrantes de nossas nações limítrofes*?

O que eu quero dizer, pessoas, é que A LEI JÁ EXISTE. O que não há é a consciência social de que ela (a lei) precisa ser respeitada, e a sociedade se constrói com respeito às individualidades!!!!!

Acham mesmo que a tal lei do "feminicídio" fará com que menos mulheres morram? ESQUEÇAM.

Especialmente enquanto tivermos a leniência do "suspeito sem antecedentes, tem endereço fixo, tem emprego...", enquanto nosso aparato coercitivo for deficiente como é, enquanto os advogados disporem da abundância imoral de recursos que temos na Lei brasileira... parodiando Dante Alighieri - "ABANDONAI TODA A ESPERANÇA, VÓS..." (A Divina Comédia).

*vide episódios recorrentes, de bolivianos sendo usados em regimes de semi-escravidão, na nossa maravilhosa SAMPA...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

PRECISAMOS CRIMINALIZAR ALGO MAIS?

O que falar de projetos criminalizando o preconceito? O que se pode dizer da grita dos grupos "minoritários" por justiça? 

Precisa mesmo disso?

É prosaico se ressalar que todas as salvaguardas já estão previstas na Constituição! Ora, se há lei, porque se criar mais lei?

O desafio está nos recebedores da lei. Não nela própria.

Se nossa população tivesse a cultura dos japoneses, por exemplo, teríamos muito menos homicídios. Se tivéssemos a educação dos habitantes da península nórdica, crimes violentos seriam exceções raras. Se tivéssemos o senso de respeito à propriedade que centro-europeus, certamente os furtos se reduziriam em muito. Se nosso povo tivesse evoluído socialmente MESMO, não teríamos tantos homossexuais sendo agredidos por aí afora, nem tantas meninas ou mulheres estupradas...

O corolário legal já está pronto. Quem não está pronto é o povo brasileiro, sem nacionalismo, sem amor próprio, sem orgulho de ser gente, de modo geral.

Muitos jovens egressos de nossas escolas (de todos os níveis) acham engraçado ser grosseiro, xingar um homossexual, quebrar coisas públicas. Se acham no direito (?) de andar com seus carros possantes (ou não) com o som altíssimo - de músicas paupérrimas - sem respeitar seus semelhantes...

Muitos dos pais desses jovens acham vantajoso dar propina, estacionar em locais não permitidos, recorrer ao "jeitinho brasileiro" (coisa odiosa) e até, por exemplo, se um professor ousa lhes informar que o filho não vai bem, pode ser destratado e até agredido.

Somos uma nação de milhões de ignorantes que se orgulham de sê-lo!

Criminalizar o óbvio não dá respeito à conduta correta, nem impede a má conduta. Educação resolve nos dois casos...

... de passagem... essa educação começa em casa... vai daí...

Brasil, meu Brasil brasileiro... tua gente não vai amadurecer NUNCA?

Sobre o Neymar e uma população infantil

  Imagem baixada de jornal de circulação nacional A Copa do Mundo 2026 terminou. Com algumas frustrações, alegrias (poucas... porque alguém,...