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quinta-feira, 9 de maio de 2019

FALANDO DA MÍDIA...

Tenho dito ultimamente que a mídia "tradicional" (impressa, televisiva, virtual), se não faleceu, está em estado terminal, diante da pujança da informação "online", mais rápida, mais fácil de se checar, mais rica para potencial opinativo... Esse texto que transcrevo espelha um pouco desse pensamento.

Trata-se de resposta que atribuem a um Sr. John Kirchhofer, a um editorial que o jornal "O Estado de São Paulo"  publicara. E o transcrevo aqui porque compartilho das mesmas impressões de quem o escreveu. Se alguém reivindicar direitos de exclusividade, não terei o menor problema em excluir a crônica.

Segue...
 
"Um dia desses, o jornal Estado de São Paulo, publicara editorial com o seguinte tema:

'O País precisa de rumo, que deve ser dado pelo presidente. Até aqui, Bolsonaro não se mostrou nem remotamente à altura dessa tarefa, e não há razões para acreditar que algum dia estará.' #estadao

John Kirchhofer replicou com o seguinte texto:

A CEGUEIRA DE UM GRANDE JORNAL

É incrível como um jornal da tradição e tamanho do Estadão, continue cego as evidências! Preso a um passado que se desmancha, frente a um presente que seus anacrônicos editores se negam a enxergar!

O mundo muda numa velocidade estonteante. A mídia impressa caminha para a falência. O exemplo da editora Abril não lhes serve para abrir-lhes os olhos.

Acorda Estadão!

Bolsonaro não governará nem indicará “rumos”, através de discursos eloquentes, retórica brilhante, embromação de longas palavras. Bolsonaro governará com a mais poderosa forma de liderança que o mundo conhece: O EXEMPLO! A VERDADE!

Vocês fazem parte de um tempo em que a admiração por longuíssimos discursos, de uma, duas ou até três horas impressionava as massas e hipnotizava os jornalistas!
Era o tempo do fanatismo aos discursos de Fidel Castro, Carlos Lacerda e Leonel Brizola!

Acorda Estadão!

Este tipo de comunicação ACABOU!
As recentes eleições Americanas e aqui no Brasil, sepultaram este tipo de retórica.
E olhe que a mudança veio como uma tsunami!
99% dos jornais erraram suas previsões sobre a possibilidade de vitória de a Bolsonaro.
99% das televisões erram em seus comentários sobre as chances de Bolsonaro vencer.
99% dos Institutos de Pesquisas apostavam que Bolsonaro perderia para qualquer candidato no segundo turno.
99% dos políticos e partidos deste país, não acreditavam na possibilidade de Bolsonaro vencer as eleições.
99% dos jornalistas deste país, zombaram de Bolsonaro e riam de suas fraquezas, quando de forma franca e verdadeira dizia que não conhecia de economia e iria deixar esta área estratégica mas mãos de um competente economista. Virou gozação nacional a piada do Posto Ipiranga do Bolsonaro.
Quebraram a cara! Todos!

Achavam ridículo um candidato à presidência se apoiar numa citação bíblica para tocar sua campanha à presidente.
E Bolsonaro, simplesmente, continuava sua pregação perante multidões crescentes:
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
Nada mais verdadeiro do que isso!

Lamentavelmente, até hoje, os intelectuais, professores e editores de jornais, não se deram por conta, de que, a verdade pode ser dita em 140 carácteres, ou menos!
A verdade cabe num Tweet!

Jornais como o de vocês, do velho Estadão, continuam na anacrônica elaboração de editoriais de 1000, 2000 ou 3000 carácteres!
Gastam papel em vão!
Mas estão sem saída.
Porquê?
Porque não sabem fazer outra coisa! Se negam a acordar perante a nova política. A REAL POLITICA. A política da verdade. A política que nega a “articulação” política! A política que nega as mentiras políticas, a mentira e a embromação!

Acorda Estadão!

Tanto vocês como o outrora poderoso O Globo, baixam desesperadamente os preços, de suas assinaturas, de 109 para 29 reais mensais, ou seja tentam vender jornais impressos por 1 real a edição, e não conseguem sinal de reação dos consumidores!
Estão apavorados com a falência eminente da ex-gigante Folha de São Paulo!

Acorda Estadão!

Não é baixando o preço por edição, nem entrega gratuita de jornais, que fará ressuscitar os Cadernos de Classificados!
As antigas edições de domingo, que chegavam a pesar mais de um kilo de papel, hoje está na na faixa de 400 à 300 gramas!
E assim caminham para ZERO gramas de papel impresso!

Eu sou assinante, mas não leio mais o papel impresso! Só leio a edição digital em meu iPad!
Não me sinto mais satisfeito em gastar horas lendo um jornal escrito por professores, intelectuais, doutores, jornalistas, todos sem prática! Todos teóricos! Todos que formaram o séquito dos 99% que apostaram contra a vitória de Bolsonaro! Todos, viajantes de uma Época que ACABOU!

Acorda Estadão!

O povo está cheio de suas opinões pessimistas!
O povo quer esperança!
O povo quer verdade!
O povo não quer as armações de suas jornalistas buscando “arruinar” o mandato de um presidente recém eleito!
Não adianta escrever mil páginas negando o que foi ouvido da boca de sua jornalista. Não adianta trocar sinais e afirmar mil vezes que era “fake news”! Pois não eram apenas poucas palavras que sinalizaram a verdade. Foram edições e editoriais sinalizando a verdade!

De que adianta está afirmativa de que “não há razões para acreditar que algum dia estará” Bolsonaro, estará preparado para nos dar um “rumo”?
Ledo engano dos senhores.
Basta o exemplo. Pequenos atos como cancelar um jantar com show, ao custo de 290.000 reais, que sairiam do bolso do contribuinte, via Embratur, e a demissão da presidente do órgão, para que se dê o rumo a este país!

Se o sentido de “rumo”, for o mesmo de “articulação”, “conversa”, e outras mais, usadas para esconder o toma lá dá cá, acho que realmente não teremos. Bolsonaro realmente é um cabeça vazia de “ideias” para sangrar os cofres públicos!

Eu, sinceramente, não quero o mal para tão tradicional órgão de imprensa. Mas se puder lhes dar um conselho de leitor, lhes diria: Tomem outro rumo.

Cordialmente, etc e tal..."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O QUE É MODA, O QUE NÃO É

Lendo uma matéria extremamente tendenciosa - não importa o tema, não pretendo levantar polêmica sobre o assunto - de uns correspondentes de Brasília, D.F., fui levado a comentar algo a respeito.

Me deparei com uma nova política de recebimento de comentários, de um conhecido jornal. Agora, somente algumas matérias serão objeto de comentário, e os comentários estarão sujeitos à crítica da editoria do órgão da imprensa.

Ponderavam, na comunicação das novas políticas, que o MP estava reclamando, etc e tal...

Não posso acreditar que o MP esteja se preocupando com picuinhas que leitores publicam. Há algo mais subjacente.

Em compensação, não vejo ninguém coibir baixarias emanadas de políticos, ou de alguma minoria alienada e fascista. E há mesmo, pasmem!!!, seções em determinados sites exclusivas para maiores de idade (vale dizer, pornográficas), cujo acesso se dá tão somente se a pessoa diz que é maior de idade ou não, clicando num botão!

Ora, ora, ora, senhores da mídia!!!!! É brincadeira ou não?

As redes sociais incansavelmente reclamam dos assentos concedidos, na CCJ, aos Srs. José Genoíno e João Paulo Cunha, MAS DISSO A MÍDIA NÃO DIZ NADA, NÃO É MESMO?

Destacam a revolta dos GLBT contra o presidente da CDH, cujo pecado maior é publicar seus pontos de vista (já viram ele subverter o direito humano de alguém?). MAS AINDA NÃO VI ALGUÉM DIZER QUE ELES ESTÃO PREOCUPADÍSSIMOS, porque futuras "Paradas Gay" podem não ter subsídio oficial - uma coisa absolutamente absurda, se dispender recursos oficiais para enaltecer essa ou aquela minoria.

O que é moda? SER GAY. PARTICIPAR DO BBB. Fotografar fundos de calcinha. Destacar brutamontes com a cara esfacelada (MMA).  Planejar o próximo carnaval. Dar beijo homossexual (quem não quer 5 minutinhos de fama?). Postar truculências em redes sociais.

O que não é moda? Decidir os rumos da nação. Gerir a Justiça com honestidade. Censurar o que precisa ser censurado. Mostrar (e a mídia DEVERIA FAZER ISSO) os podres de nossa classe política, motivo principal de nossa Pátria estar patinando ainda, na entrada do portal do "Primeiro Mundo".

Amigos leitores, não se enganem. Estamos entrando num estágio social em que a mídia nos vai sacanear cada dia mais, um pouco de cada vez.

O jornalismo nacional, de modo geral, NÃO É CONFIÁVEL, NÃO É ISENTO, NÃO É MORAL. É VENAL, PARCIAL, IMORAL (ou amoral, no máximo).

Escapam un poucos abnegados que têm coragem de dizer "na lata" o que pensam - Boris Casoy é um desses, por exemplo (rendo minhas homenagens a um homem que já foi duramente criticado, e apesar disso não mudou).

Brasil... tinha esperança melhores pra ti, Pátria amada!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

PESSOAS MAGOADAS!!!!! E PODE?

O deputado Marco Maia, ao se despedir do cargo de presidente da Assembléia Legislativa, aproveitou a tribuna para desferir amargas críticas ao seu redor.

Indicou estar tomado de mágoa inaudita, pelo que considerou de afrontoso à Casa, vindo da imprensa e (pasmem!) do STF.

Como o tema é importante para todos os brasileiros, esse negócio de a imprensa e o STF estarem "oprimindo" o Legislativo, decidi realçar alguns tópicos da fala de S. Excelência, que transcrevo a seguir, com minhas singelas notas...

"Faço questão de ressaltar que não há como deixar de manifestar minha mais profunda preocupação com as interpretações circunstanciais de nossa Constituição por parte do Judiciário, responsável tão somente por sua guarda, mas que tem se arriscado a interpretações que só ao Legislativo cabem, atitude muito preocupante, que segue exigindo postura muito enérgica e intransigente por parte do legislativo", afirmou.

COISA MAIS FEIA isso do STF!!!! ficar judiando do Legislativo!!!!

Mas então, Excelência, sabe porque o STF tomou as atitudes que tomou? EXATAMENTE porque o Legislativo atualmente não se comporta como deveria.
Simples assim.

Sistematicamente estamos sendo esbulhados em nossos impostos, traídos em nossa confiança no voto dado. Mas os senhores, deputado, prosseguem, nos ignorando. Foi por isso que o STF teve a coragem que nos surpreendeu, de desbancar alguns criminosos, que andam pelos corredores da Assembĺéia.

Interpretação circunstancial da C.F.? Como assim? E esse fisiologismo infernal que campeia aí dentro, não está interpretando a C.F. a seu bel-prazer? E a Lei da Ficha Limpa, que foi calcada na presunção de idoneidade do parlamentar, e está sendo solenemente ignorada? Quem está interpretando de modo fisiologista a Lei, Sr. deputado? o Congresso (algo perto de 700 pessoas, fora os apaniguados), que dá jeitinhos para que as "moscas" se mantenham sobre a "sopa" (que está virando estrume já...) ou o STF que (um punhado minúsculo de homens de vida inatacável), cujo único pecado foi exatamente CUMPRIR A LEI?

"...sempre exigindo postura muito enérgica e intransigente por parte do Legislativo..." - O que é isso? Então, a contrário senso, V. Excelência está insinuando que o Legislativo DEVERIA SER MAIS TRANSIGENTE?

MAIS????

Ser intransigente, na avaliação de V. Excelência, não seria, por exemplo, acolher dentre os diplomados alguém condenado por crime "do colarinho branco"?

Se intransigente não seria, por acaso, acolher em suas fileiras pessoas acusadas de crimes contra a vida (vide as pessoas morrendo em alguns estados do Nordeste - não quero citar nomes), o meio-ambiente (vide um certo senhor, erguendo literalmente castelos em áreas de preservação ambiental - ilhas, por exemplo*), desviando recursos que poderiam salvar vidas...  para suas terras (vide vosso ilustre confrade Inocêncio de Oliveira...).

Observe, Excelência, que TODOS os casos levantados, historicamente, ou aconteceram pela grita popular, pela Procuradoria da República, ou pela ciumeira de algum partido "nanico".

Permitir essas coisas acontecendo não seria transigência, Excelência?

"Uma nação democrática não pode prescindir das contribuições do Poder Legislativo. É com profunda indignação e repulsa que ainda vemos setores da sociedade e da grande imprensa questionar a existência do Poder Legislativo. Não podemos compactuar com questionamentos dessa natureza…"

Não podemos prescindir das contribuições do Legislativo. ESPECIALMENTE DAQUELAS QUE FAZEM DIFERENÇA. Contribuições para crescimento da Pátria, para enriquecimento justo de nossa gente. MORALIDADE, TRANSPARÊNCIA, RESPEITO AO ELEITOR.

Mas há outras contribuições, Excelência. Há os impostos, de que os Srs. congressistas são liberados. Há a contribuição previdênciária, que se fosse proporcional ao salário de Vv. Excias. ajudaria muito a reestruturar nosso combalido sistema previdenciário.  Há as despesas regulares de todos os demais mortais (energia, água, telefone, dentista, psicólogo, etc. e tal) que nós do povo precisamos espremer de nossas rendas (aqueles que às tem) e vocês espremem DE NÓS...

"...A maior fonte de expressão da opinião pública não se concretiza em editoriais de jornais. A maior expressão da vontade popular está representada nessa Casa"

ERRADO, Excelência. Atualmente a maior fonte de expressão pública está mesmo na internet, na TV, na mídia de todas as fontes. MENOS dentro das casas do Congresso. Acontece que, devido a um erro cruel da nossa torcidíssima democracia tupiniquim, o voto É OBRIGATÓRIO. Então temos papalvos que se vendem por um travesseiro, uma geladeira, uma dentadura... E ELEGEM OS SENHORES!

Pessoas simples demais, que nem conseguem assinar, são jungidas às seções eleitorais que eles nem sequer imaginam como funciona e, porque o "seu dotô" (muitas cabeças grisalhas/calvas do Congresso sabem do que estou falando!!!) mandou, eles marcam um "x" na frente de um número que escreveram em suas mãos encarquilhadas. E GENTE QUE ELES NUNCA VERÃO PESSOALMENTE, muitas vezes (VOCÊS) CHEGA LÁ, entendem? Vocês não os representam.

LADRÕES, IMORAIS, ESCROQUES DO ERÁRIO NÀO NOS REPRESENTAM, deputado. Chegam lá porque nossa gente é muito ignorante, ignorante demais para não exigir as cabeças de Vv. Excias (não numa bandeja - um sonho de muitos, mas cassados).

Friso que há exceções honrosas, nunca me cansarei de mencionar os nomes de alguns senadores e deputados (federais, estaduais e distrital), que enaltecem a figura de homem público no Brasil.

Mas o resto? São meros publicanos... para muito além da acepção bíblica da palavra.

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